quarta-feira, 9 de julho de 2008

Sexo na aldeia

O avião em que nós estávamos viajando teve uma pequena pane e precisou fazer um pouso forçado numa floresta tropical, lá pelos lados dos Andes. Apesar do susto todos nós saímos ilesos e tínhamos provisões para uma semana o que não nos causou desespero, pois já havíamos conseguido contato com a base e em questão de dias iríamos ser resgatados.

Eu tinha 19 anos na época e viajava com meus pais que são empresários do ramo têxtil. Eu sabia muito pouco sobre sexo, tinha um namorado que tinha 22 anos e nós dois perdemos a virgindade juntos, mas em função das nossas famílias conservadoras, tínhamos muitos pudores e tabus e o sexo era bem tradicional entre nós.

Na primeira noite que passamos na mata, ouvimos uns tambores vindo de longe, de dentro da mata. O comandante nos explicou que aquelas matas eram habitadas por tribos ainda primitivas, mas não se tinha notícias que fossem selvagens por isso ficamos tranquilos. Quando amanheceu, estava tão quente, que logo quisémos procurar algum lugar que pudéssemos nos banhar e andando um pouco pelas matas encontramos umas cachoeiras.


Como estava muito boa aquela água, pedi para os meus pais para ficar um pouco mais lá, na verdade queria ficar sozinha pra poder nadar nua e foi isso que fiz quando todos foram embora. Quando subi de um mergulho que tinha dado, vi que dois índios tinham aparecido e quando fui gritar logo eles me pegaram e me amordaçaram, me levando com eles.

Chegamos numa aldeia, depois de algum tempo e me colocaram amarrada pelas mãos no tronco de uma árvore, numa espécie de exposição a todos. A tribo toda passava por lá, me olhando, eles eram um tipo meio africanos, com traços largos, pele escura e eu devia causar mesmo curiosidade entre eles, eu contrastava com as mulheres daquele lugar, todas bem morenas, com os seios caídos, segurando seus filhos, meio deformadas de corpo e feias de rosto, algumas percebi nem tinham todos os dentes.

Eu sou loirinha, a pele bem clarinha, os cabelos lisos, dourados, até a cintura, os meus peitos durinhos, apontados para cima, no frescor dos meus 19 anos, coxas grossas, cintura marcada e uma bundinha bem durinha e arrebitada. Eu percebia que os homens passavam me olhando com desejo e as mulheres numa atitude meio infantil, dando risinhos...

Fiquei lá, praticamente o dia todo, até que no final da tarde eu percebi que preparavam uma grande fogueira no meio da tribo e duas mulheres vieram me buscar para cuidar de mim. Elas me deram um tipo de chá, uma beberagem de ervas, que foi me deixando mole e submissa, me sentia estranha, sem vontade de fugir ou esboçar reação...

Elas me levaram para uma das cabanas onde havia uma grande tina de água quente e aromática, então me banharam e aquelas ervas do chá e o aroma das ervas na água foram me deixando muito estranha e diferente, comecei me sentir excitada, com vontade de homem, pensando em coisas que eu nunca havia pensado... Depois de me banharem, me colocaram uma veste fina, que mal escondia meus peitos durinhos e acesos e foram me levando pra outra cabana. Quando saímos, já era noite, e a fogueira tinha sido acesa. Ouvi o bater dos tambores, como um ritual, havia dança e quando passei pelo meio da aldeia, ouvi uns gritos como de guerra e os tambores bateram mais forte eu não entendia direito...

As índias me fizeram entrar numa outra cabana de sapê e lá um homem me esperava, sentado. Ele era muito forte e pelo seu jeito achei que devia ser o chefe da tribo. Quando ficamos sozinhos ele se levantou e percei que ele estava nu e seu membro, duro e enorme, todo em riste. Ele me media de cima em baixo e eu não conseguia esboçar qualqur reação, apesar de me sentir meio constrangida com aquele olhar de desejo que ele me dava.

Então, ele veio pra cima de mim, e eu instintivamente recuei para a parede da cabana, foi o máximo que consegui, logo me deixei levar por aqueles lábios grossos, me beijando, engolindo minha língua, invadindo minha boca. Ele me apertava contra a parede e como a cabana era de sapê eu percebi que estávamos sendo observados pelo lado de fora, era possível ouvir respiração forte dos homens e os risinhos das mulheres. Ele me beijava sem parar, descendo para o pescoço, me apalpando os peitos, a cintura, a bunda e de repente arrancou aquela minha veste fina, me deixando nua.

O membro dele batia na minha barriga, eu nunca havia visto algo assim e não sei explicar como, fui me abaixando, ajoelhando na frente dele e olhando com cara de menina levada, dei uma lambida naquele pau como quem lambe um gostoso sorvete. Ele não resistiu, me puxou pelos cabelos, enfiando todo na minha boca que quase não conseguia engolir aquilo tudo. Fui mamando aquele pau, fazendo o homem cerrar os olhos e gemer alto. Eu tb ouvia os atabaques que vinham de fora da cabana e as pessoas que estavam nos assistindo, tudo isso me deixava mais louca.

Mamei gostoso aquele cacete, num vai e vem no início devagar e depois mais rápido, então ele me pegou no colo, com minhas pernas na em volta da sua cintura e tentou deslizar o pau para dentro de mim, mas eu era muito apertada pra ele e ele não conseguiu me penetrar. Me colocou deitada no chão, numa espécie de esteira e abrindo bem minhas pernas começou a me chupar. Tive um estremecimento ao sentir aquela língua quente me chupando guloso, eu logo comecei a me contorcer toda, gemendo e fui ficando molhadinha.

Quando ele vi que não teria mais resistência, me colocou de novo enlaçada na sua cintura e entrou com tudo na minha bocetinha. Ardeu porque senti que ele me alargou, mas eu estava louca de tesão e logo comecei a cavalgar aquele membro. Eu parecia uma potra selvagem cavalgando aquele macho, meu quadril se mexia engolindo aquela tora, eu jogava minha cabeça pra trás e acelerava os movimentos, sentia que meus cabelos batiam nas mãos dele que me seguravam pela bunda.

Meu corpo todo tremia, eu olhava de vez em quando aquele homem, ele suava, os olhos semi cerrados, gemendo alto, de vez em quando ele olhava os meus movimentos no seu pau e gemia mais alto ainda, eu vi que ele já não estava aguentando, então numa atitude rápida, ele me levou até uma mesa que havia na cabana e me deitando em cima dela, estocou forte, jorrando seu sêmem quente, mais uma estocada funda e novo jato de sêmem foi jorrado, mais uma estocada e mais gozo... ao todo foram 05, eu estava toda melada, com aquela porra toda escorrendo pelas minhas pernas que estavam bambas... Então ele se descolou de mim, me deixando na mesa, meio que desfalecida, e foi se sentar na mesma posição em que estava quando fui levada até ele. Foi quando dois homens entraram na cabana.

Eles tb estavam nus e como pau em riste e vinham se masturbando. Deviam ter visto tudo o que se passara e queriam a parte deles. Sem que eu reagisse, eles me colocaram no chão, de quatro, e um deles me deu o membro na boca pra chupar enquanto o outro logo entrou na minha xaninha por trás.. Eu rapidamente estava rebolando, de novo, totalmente louca por aqueles machos e sentindo um prazer como nunca havia sentido. Os homens arfavam e também estavam loucos de tesão. O que estava me enrabando era um pouco estúpido, me puxava os cabelos, socava com força, fazendo sentir as bolas baterem na minha bundinha.

Ele logo acelerou e vendo que ia gozar, me puxou e eu tive que soltar o membro que estava na minha boca, e o homem da minha frente começou a bater uma punheta enquanto o outro enterrava com força, acelerando os movimentos, até jorrar sua porra dentro de mim. Nessa hora o homem da frente tb gozou, espirrando em cima de mim, que com a língua pra fora queria beber aquele leite todo... Eles tb me deixaram exausta, deitada no chão, e foram se sentar com o primeiro homem que olhava tudo, esfregando o pau na mão. Então mais dois homens entraram na cabana, eram mais velhos, deviam ter uns 45 anos e vinham tb de pau duro, na minha direção.

Novamente fui pêga e dessa vez me colocaram de pé e um deles enfiou pela frente, me fazendo ficar na ponta dos pés e o outro começou a procurar o buraquinho da minha bundinha, me dando um arrepio incontrolável... O da frente socava devagar enquanto o de trás ia engatando seu pau. Ele conseguiu encaixar a ponta, então segurei nos ombros do homem da frente e o de trás foi forçando a entrada me fazendo gemer e gritar de dor e prazer. O da frente alisava meus peitos e meus cabelos e o de trás cada vez mais dentro de mim, eu sentia dor e percebendo que por um momento eu quis escapar, eles numa estocada vigorosa, entraram com tudo e eu senti os dois paus dentro de mim.

Gritamos os três, eles de prazer, eu de prazer e dor, mas depois a dor passou e eu estava delirando de prazer, sentindo os dois cacetes bombando forte em mim. Eu estava na ponta dos pés e mal conseguia me movimentar, o de trás me segurava pelos seios e encaixava seu pau todo num vai e vem forte e o da frente bombava minha xaninha me segurando pelos ombros... Eu sentia dois paus me devorando, eu via o rosto do homem da frente, com cara de babão, olhando meu corpo, me comendo com vontade e o de trás, ofegava em meu ouvido, gemendo e falando coisas no dialeto deles que eu não entendia.

O contraste da minha pele clarinha com a pele negra deles, da minha juventude e da maturidade deles era demais excitante. Logo os dois gozaram e me encheram de porra e eu tb gozei como louca. Ficamos assim a noite toda, fui comida várias vezes e de várias formas por aqueles cinco homens. No outro dia, eu ainda meio adormecida, toda dolorida, não encontrei nenhum deles na cabana. Vieram as mulheres, me lavaram, minha cabeça doía, como se eu estivesse numa ressaca, elas me deram de comer e beber e fui levada novamente para a mesma cachoeira onde fui pêga e logo fui encontrada por todos que estavam aflitos a minha procura.

Jamais tive coragem de contar essa estória para alguém, mas percebi que o comandante adivinhou o que aconteceu.... passou a me olhar diferente, com cara de cobiça e malícia e para guardar meu segredo tive que fazer algumas coisinhas pra ele, mesmo ele tendo o dobro da minha idade... mas isso eu conto outro dia...

Via Contos Femininos

4 comentários:

Anônimo disse...

Tão qentee!!!!

Anônimo disse...

Ain, como eu odoro esse conto ! É muito gostoso . Sempre me masturbo lendo ele, e sempre gozo mais de uma vez . É Muito Bom !

Anônimo disse...

Posta mais, quero gozar muito!

Anônimo disse...

começou falando mal das mulheres da tribo, só porque você é uma puta loirinha e branquela estragou a minha curiosidade. Nem li...

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